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O Estado do Amapá - História


Amapá estado brasileiro situado a nordeste da região Norte do Brasil. Tem como limites: Guiana Francesa (N), Suriname (NO), o oceano Atlântico (L) e o estado do Pará (Se). Ocupa uma área de 143.453,7km2. A capital é Macapá.  As cidades mais populosas são Macapá e Santana. Os principais rios são Amazonas, Jari, Oiapoque, Araguari, Calçoene e Maracá.  A economia se baseia na extração da castanha-do-pará, da madeira e na mineração de manganês. O estado do Amapá tem uma população, estimada em 2014, é de 750912 habitantes e é dividido em 16 municípios.

O Amapá é conhecido também como o Estado mais preservado. Menos de 1% de sua área de 143.453 km2 foi desmatado. Não existe acesso rodoviário ao estado, só fluvial e aeroviário. A Estrada de Ferro do Amapá cuja construção foi iniciada em março de 1954 e concluída em fins de setembro de 1956, é destinada ao transporte de minério de manganês das jazidas de Serra do Navio ao Porto de Santana que tem um percurso de 193 km até Macapá.

Com o nome de capitania da Costa do Cabo Norte, o estado do Amapá foi doado ao português Bento Manuel Parente, em 1637 a região sofreu invasões de ingleses e holandeses, expulsos pelos portugueses. No século 18 a França reivindicou a posse da área. O Tratado de Utrecht, de 1713, estabeleceu os limites entre o Brasil e a Guiana Francesa, que não foram respeitados pelos franceses.

A descoberta do ouro e a valorização da borracha no mercado internacional, durante o século 19, promoveram o povoamento do Amapá e acirraram as disputas territoriais, em 01 de maio de 1900, a Comissão de Arbitragem de Genebra concedeu a posse do território ao Brasil, incorporado ao Pará com o nome de Araguari. Em 1943 tornou-se território federal batizado como Amapá. A nova Constituição, promulgada em 05 de outubro de 1988, elevou o território do Amapá à categoria de Estado da Federação.

No ano de 2006 foi descoberto ruínas que parecem ser um observatório astronômico e templo religioso de 2.000 anos de idade, que lembra o complexo Druida de Stonehenge, em Salisbury, sul da Inglaterra; um enorme altar de pedras dispostas em círculo. As ruínas, encontradas no estado do Amapá na região Norte do Brasil é composta de 127 blocos de granito esculpidos, alguns com três metros de altura, distribuídos em intervalos regulares numa clareira da floresta amazônica, a 16 quilômetros do município de Calçoene e a 390 quilômetros de Macapá. É desconhecida a autoria das construções; as pedras estão dispostas de forma a marcar o solstício de inverno e, em dezembro, o raio solar passa exatamente pelo meio delas, como as pirâmides do Egito, os monólitos de Stonehenge, os totens da Ilha da Páscoa, as construções de Machu Pichu, não se descobriu como as enormes rochas foram transportadas e montadas naquele local.

Projeto Jari


Em 1899 o cearense José Júlio de Andrade se estabeleceu às margens do rio Jari fronteira dos estados do Pará e Amapá, região rica em castanhais e seringais, no ano de 1948 aos 70 anos de idade, o Coronel José Júlio vendeu seus negócios para os empresários portugueses e brasileiros, que criaram a Jari Indústria e Comércio. Em 1967 o empresário norte-americano Daniel K. Ludwig, na época com 74 anos de idade, adquire a empresa Jari Indústria e Comércio dos portugueses, com uma área de 1.734.606,01 hectares na região do Jari, criando em seguida a Jari Florestal e Agropecuária Ltda. Ludwig, decidira produzir celulose de alta qualidade e papel, a partir de áreas reflorestadas.

Em 1978 fábrica de celulose e usina termelétrica finalmente deixaram o estaleiro japonês de Kure e foram rebocadas através dos oceanos e adentraram o Amazonas até as margens do rio Jari, numa viagem de três meses e 25.000 quilômetros. Em maio de 1979 a fábrica de celulose iniciava suas operações, produzindo, já no primeiro ano, 120.000 toneladas. Em 1982 Dois anos depois, o controle acionário do Projeto Jari passou para um consórcio de 23 empresas brasileiras, lideradas pelo Grupo Caemi.




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Revisado em: 04/09/15.